AGECEF/CP

“A CAIXA influenciou como me relaciono com os problemas alheios”

Paulo Roberto Borges de Lima é cearense de Crato, tem 65 anos e 3 filhos. Atuou na CAIXA por 35 anos, onde ingressou em 1975, quando interrompeu o curso de Agronomia, ao ser aprovado no primeiro concurso público da Empresa, como Escriturário na Gerência de Operações Diversas – GOD. Passados dois anos, assumiu a chefia da Seção de Prestação de Serviços, vinculada à Gerência de Operações Diversas/CE. Foi Chefe de Serviço, de Divisão e Gerente de Operações Diversas. Após 11 anos na Área Meio, optou pela Rede de Atendimento aos clientes, junto à Gerência de Atendimento ao Governo. Foi Gerente de Núcleo, Adjunto e Geral até tornar-se Superintendente de Negócios no Escritório Fortaleza Sul.

Vivências enriquecedoras como Gestor – Sob diferentes contextos de cunho que vão desde a formação até a socialização humana, o entrevistado nos relata os aprendizados adquiridos trabalhando na CAIXA “Me oportunizou conhecer e praticar, através dos inúmeros cursos formadores que participei e nas Unidades operacionais que gerenciei. Hoje, posso avaliar melhor os efeitos desse pormenor da minha carreira profissional e da bagagem que compartilho, além do bem que me faz agora, ao longo dos anos como Gestor na Empresa”.

A experiência na Gestão também o influenciou na sua visão e tratativa dos problemas alheios: “A nossa responsabilidade enquanto líderes vai muito além de perseguir metas, vender produtos bancários e gerenciar pessoas. Em cada cliente, há alguém ansioso por um bom atendimento e confiante de que não será enganado. A rede de atendimento das Agências — através da aproximação entre o atendente e o atendido — proporciona essa reflexão enriquecedora”.

Paulo reconhece que o cenário e as perspectivas do período em que foi Gestor, não se aplicam inteiramente à atualidade, afinal, não há “romantismo” que sobreviva em tempos tão competitivos e conflitantes: “É preciso ter muito cuidado e ser vigilante para não se deixar levar pela pressão, medo de perder, além do apelo do resultado obtido com rapidez e facilidade”. Preparo profissional e aprimoramento dos conhecimentos exigidos pelo cargo são peças chave para adquirir segurança no embasamento dos argumentos e contra-argumentos certos e contundentes na hora de atuar e fazer o seu papel.

25 anos no Movimento Gerencial - Sua adesão ao Movimento Gerencial foi em 1994, quando filiou-se à AGECEF/CE, participando frequentemente dos encontros e reuniões que pautavam os problemas comuns enfrentados pelos Gerentes: “Em 2003, fui eleito Presidente da Associação cearense, tornando-me definitivamente próximo das atividades da FENAG. Na Federação fui designado para o cargo de Vice-Presidente Regional do Nordeste por dois mandatos consecutivos. Atualmente, sou Gerente Executivo da Federação e atuo no suporte à Diretoria Executiva e ao Conselho Deliberativo”, conta.

O Gestor faz uma importante referência ao citar os 25 anos de atividades do Movimento Gerencial a serem completados neste ano: “Atualmente passamos por uma situação conturbada política, econômica e moralmente. Mesmo a nossa imaterial relação com a CAIXA, também nos coloca no centro das discussões e das adversidades enfrentadas pela Empresa. De igual modo, fomos envolvidos diretamente nas questões da FUNCEF e isso exige conhecer, fiscalizar e discutir”. Paulo alerta ainda para a necessidade de estarem preparados para enfrentar as questões que se abatem sobre as instituições: “Não precisamos nos afastar de nossas premissas. Entretanto, o Movimento Gerencial precisa exercer papel conciliador e assertivo, questionador e propositivo. Precisamos mobilizar e utilizar estratégias eficazes para representar a defesa das demandas dos Gestores”, e conclama “crescemos, mas ainda é preciso incutir confiança no nosso discurso e atrair os que ainda se mantêm isolados e indiferentes aos propósitos do Movimento Gerencial. Esse é o grande desafio das nossas entidades!”.

Movimento Gerencial nas Eleições da CAIXA - Sobre sua experiência na vice liderança nas recentes eleições do Conselho de Usuários do Saúde CAIXA pela CHAPA 1 – Saúde Sempre, Paulo avalia como tímida, mas promissora [a votação na chapa foi expressiva, com 5.707 votos, que correspondem a 29,20% de sua totalidade, ficando a mesma em segundo lugar]: “Os resultados não nos desanimam e indicam que essa corrida reservará colocações vitoriosas em breve. O segmento gerencial precisa ser melhor abordado; a rotina gerencial não viabiliza uma mobilização mais ativa com participação maciça da categoria”, e conclui: “O posicionamento do colegiado frente às questões do Plano contribuem para subsidiar as decisões da área gestora e do GT Executivo. É importante que se mantenham pessoas que conheçam o histórico das discussões e embates que lá ocorrem, a fim de preservar a linha de defesa em eventuais e pontuais decisões sobre a gestão do nosso Plano de Saúde. O resultado favorável à Chapa 2, mantém pessoas com reconhecido envolvimento com o Saúde CAIXA, assim também ocorreria, caso a Chapa 1 tivesse obtido a vitória, em resumo, o mais importante é saber que o Plano continuará sob vigilância atenta, pois o USUÁRIO é o melhor e mais seguro pilar de sustentação do Saúde CAIXA”, enfatiza.


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